
Sinto que o céu está caindo sobre mim e a felicidade me arrebata como uma criança que é feliz só por ser criança. E a verdade que me chega aos pouquinhos para não causar traumas tão fortes que seriam, talvez, "intratáveis". Com toda essa parcimônia ela se mostra até bonita em alguma de suas facetas. E rio. Não há mais o que fazer. Chorar? Bom, acredito que já chorei demais e ,sinceramente, a força com que a demasia se coloca diante e para mim, por vezes me assusto - em especial - com essa tal verdade que vem querendo se apresentar.
E quando estou trabalhando eu viajo. Ultimamente, eu tenho viajado constantemente. Praxe? Não, não. nada de "prâxis". Porventura, em um passado que eu às vezes nem me lembro mais. Mas essa vontade regressa. E com ela a tal verdade e também essa "estranha" felicidade. Faço planos. Faço expectativas. Tenho esperança. Antes exaurida por si só. Quem sabe, por mim mesmo. É ventura. É ventura. Nada de vertigem. Nada de vertigens, nada de delíquios...
AMon
Andando por ai.. (assim me vou)
"Sigo buscando figuras nas nuvens, busco a estrela que me diga aonde vou. Creio em fadas... voando em minhas fantasias..Entre recordações, ilusões de criança, fotografias que se guardam em minha pele. Sigo escrevendo canções para a lua. Porque em minha história busco ainda o final.."(Aún, Belanova)